Orsse encerra novembro com concerto excepcional em “Uma Noite na Espanha”

30 de novembro de 2018

Fotos: Pritty Reis

A Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) encerrou a temporada de novembro com “Uma Noite na Espanha”, na última quinta-feira, 29, no Teatro Atheneu Sergipense. O concerto teve em seu repertório composições de Georges Bizet, especificamente, excertos das Suítes L’Arlésienne, música composta para a peça de teatro homônima de Alphonse Daudet. Com a regência do maestro Guilherme Mannis, a Orsse contou também com a participação do violonista principal da Orquestra da Câmara de Curitiba, Winston Ramalho.

Os sessenta profissionais que fazem parte da orquestra são comprometidos com a produção de sentidos através de melodias e harmonias. Segundo Mannis, maestro e diretor artístico da Orsse, um concerto é um contato com grandes energias que transformam. “Eu considero este repertório uma linda viagem pela música espanhola e pelo universo do concerto para violino que sempre impressiona o publico”, frisa Mannis.

Com carreira profissional de 32 anos, Winston Ramalho se especializou fora do Brasil e quando retornou ao país participou de várias ações sociais de educação artística e musical. “A Música transforma e também cria sonhos, por isso eu toco. A formação de plateia é muito importante para que a cultura não acabe por isso devemos levar a música para ocupar os espaços da cidade e incentivar as pessoas a visitarem o teatro”, declara o violinista. É a primeira vez que Ramalho visita a capital sergipana e toca com a Orsse.

Na ocasião, estavam presentes o secretário da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), João Augusto Gama e a superintendente de Cultura, Conceição Vieira. “A Orsse representa um grande avanço para a música e arte em Sergipe, pois mostra que nosso estado é capaz de absorver o que há de melhor no mundo”, reconhece o secretario.

Acompanhada da família, Isabela Ferreira prestigia com frequência os concertos. “Sempre fui apaixonada por música clássica e a Orsse é uma oportunidade de fácil acesso para nos aproximar dessa cultura”, afirma. A filha de Isabela, Clarissa de oito anos, também cultiva o mesmo amor da mãe. “Eu gosto dos sons que os instrumentos fazem, principalmente quando tocam trilhas de filmes”, revela Clarissa.




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